: on wire
[ Man on Wire, de James Marsh, 2008 ]« To me, it's really so simple, that life should be lived on the edge. You have to exercise rebellion. To refuse to tape yourself to the rules, to refuse your own success, to refuse to repeat yourself, to see every day, every year, every idea as a true challenge. Then you will live your life on the tightrope. » Philippe Petit
[«It's impossible, that's sure. So let's start working»]


32 Comments:
Não é impossível. Diria que éimpossível para alguns. Tudo depende do projecto. Da vida.Do projecto de vida.
beijinho
não podia estar mais de acordo.
...
[To refuse to tape yourself to the rules, to refuse your own success, to refuse to repeat yourself, to see every day, every year, every idea as a true challenge.]
...
........................
ready to leave?..... let's go!
*
e [re]volto.
adoro este post!
*
E acrescento... um destes dias, antes de morrer (ou passar para um outro estádium), quero olhar para trás, rever toda a minha caminhada, e ter a possibilidade de (se assim o achar) me arrepender...Mas só quero arrepender-me daquilo que vivi. Nunca daquilo que deixei de fazer por um qualquer medo.
Por isso, "bora" lá arriscar!!!
O impossível só existe nos nossos fantasmas.
pois, pois....
(repórter estrábico)
Um dos poucos merecidos óscares, na minha opinião.
abraço
Fb
"to refuse to repeat yourself"! Hard, once most of the times we're totally unaware (or refuse to become aware) of these mental marshes. I, for one, know this to be my greatest flaw! Hugs!
que sintonia!gostámos da mesma imagem!
este filme é um entusiasmo, numa altura em que só se fala de crises e depressões!
e sobretudo muito emocionante.
vraiement beau!
vraiement!
;)
estou com curiosidade para ver esse filme :)
fica um Abraço
Na corda bamba. Prontos para mergulhar...
corajoso, louco ou lúcido?
depende dos olhos que o olham...
não sofresse o meu calcanhar de vertigens e também conseguiria o impossível. e depois aquele gosto por redes... mata-me!!
...
ah, e abraço em segurança!!
Esta mensagem foi removida pelo autor.
Eu nem sequer dou mais que 5 passos no lancil do passeio...
give a cigar to the man.
O que seria dos arames sem a vontade de atravessar.
e às vezes também é preciso parar. mesmo que seja a meio do arame.
um abraço
(p.s. é uma bela imagem)
Traz-me à memória Paris.
E um "funambule"...precisamente. Vi-o entre a Torre Effeil e o Trocadero. Seria o mesmo? Tenho de ver esse filme e tenho de perceber se o funambule é o mesmo...
Tio Intruso,
Achas que o Tolilinho ia gostar de ver?
Chuac!_
está um bocadinho fora do enquadramento, este comentário, mas a tua 'procura de cor de palavras' é tão linda!!!!!
se ler isto em voz alta até é possível acreditar que viver no arame é coisa fácil. tão bonito.
:)
(às vezes faço um esforço desgraçado para conseguir ler alguns posts até ao fim - por causa do tamanhinho e da cor das letras - mas ando sempre por aqui. e - por alguma razão que não deve lembrar ao diabo - o blogger também não me deixa linkar. coisas estranhas acontecem mesmo.)
beijinho*
.
you have to exercise rebellion.
.
as vertigens..............
as minhas vertingens... (tenho imensas)..............
mas gosto, gosto de todo o teu post ...
olha eu a passar o poema :)
bom... é quando doi :)
lembrei-me disto. http://www.dafne.com.pt/catalog3.php . é do andre tavares. conheces?
nhammy, nhammy
hert is all that matters.
(um dia destes armo-me em casamenteira!)
o "hert" é coração
...e eu gosto tanto de ti
pobre(e sem rede)...propositada.mente!
desculpa-me o meu shhhhh e
as minhas/tuas/nossas tantas lagrimas.
beijos, meu doce amigo meu
**
Por onde andarás tu, Intruzinho?...
Must see it.
bjns
ruído;
Gnossienne nº1
Erik Satie
«Contra todas as probabilidades, o plano funcionou. Aquele arame materializa, literalmente, a linha entre a vida e morte. Flutuando no espaço, é um momento belíssimo ("the artistic crime of the century”), um desafio quase divino suplantado pela coragem (ou pela falta de medo...) de um homem. Os assistentes de Petit puderam finalmente descansar do seu receio de serem acusados de homicídio involuntário. De cada um dos lados do arame, polícias aguardavam, estupefactos, perante um instante único. Philippe Petit foi detido e considerado culpado: por perturbar a paz.»
Rita A., aqui
Enviar um comentário
<< Home